A advocacia brasileira amanheceu de luto com a notícia do falecimento do advogado Diego Piassabussu, Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Advogados (ABA) e Diretor da entidade em Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro.
Reconhecido por sua atuação firme em defesa dos direitos humanos, da cidadania e do respeito à dignidade da pessoa humana, Diego construiu uma trajetória marcada pelo equilíbrio, pela sensibilidade e pelo compromisso com os princípios que fundamentam o Estado Democrático de Direito.
Ao longo de sua vida profissional, participou ativamente de iniciativas voltadas à promoção da igualdade, da inclusão e da proteção das pessoas em situação de vulnerabilidade. Colegas destacam que sua atuação nunca se limitou aos processos ou aos debates jurídicos: ele fazia da advocacia um instrumento de acolhimento, diálogo e transformação social.
Na Associação Brasileira de Advogados, exercia a presidência da Comissão Nacional de Direitos Humanos, função na qual coordenava debates, incentivava ações institucionais e contribuía para fortalecer uma cultura jurídica comprometida com a defesa das liberdades fundamentais e dos direitos assegurados pela Constituição.
A notícia de sua morte gerou manifestações de pesar de advogados, dirigentes e integrantes de diversas comissões da ABA, que ressaltaram não apenas sua capacidade técnica, mas também sua postura ética, sua serenidade e a facilidade com que construía relações de respeito e confiança.
Em nota oficial, a Associação Brasileira de Advogados afirmou que Diego Piassabussu deixa um legado que ultrapassa a carreira profissional.
“Diego fez da advocacia uma verdadeira missão de defesa da dignidade da pessoa humana. Mais do que um profissional competente, foi um líder respeitado, um colega generoso e um amigo leal, cuja presença inspirava todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo”, registra em nota o presidente da ABA divulgada pela entidade.
Para o presidente da ABA, Esdras Dantas de Souza, a memória de Diego permanecerá como exemplo para as novas gerações de advogados.
“A advocacia perde um profissional exemplar. A ABA perde um de seus líderes mais comprometidos com a defesa da pessoa humana. Permanecem sua história, seu exemplo e os valores que ajudou a cultivar dentro da nossa instituição.”
Velório e sepultamento
O velório será realizado na sexta-feira, 24 de julho de 2026, às 13 horas, seguido do sepultamento às 14 horas, no Cemitério Nossa Senhora de Belém (Cemitério do Corte 8), localizado na Rua Primeiro de Maio, s/n, bairro Carolina, em Duque de Caxias (RJ).
Familiares, amigos, colegas de profissão e integrantes da Associação Brasileira de Advogados deverão prestar as últimas homenagens ao advogado, cuja atuação deixou marcas profundas na advocacia e na defesa dos direitos fundamentais.
Neste momento de despedida, permanece a lembrança de um profissional que compreendeu a advocacia como vocação de serviço. Seu legado continuará presente nas causas que defendeu, nas pessoas que orientou e na memória daqueles que encontraram, em sua trajetória, um exemplo de humanidade, ética e compromisso com a Justiça.








